terça-feira, 15 de julho de 2014

Como a Tortura Pode Agir Em Nossas Vidas

Tortura


   Durante a maior parte da História, a pena capital foi, muitas vezes, deliberadamente dolorosa. Dentre as penas mais crueis incluem-se a roda, a ebulição até a morte, o esfolamento, o esventramento, a crucificação, a empalação, o esmagamento, o apedrejamento, a morte na fogueira, o desmembramento, a serração, o escafismo e o colar (técnica de linchamento que consiste em colocar um pneu em volta do pescoço ou do corpo do supliciado e, em seguida, atear fogo ao pneu). 1 Um exemplo de tortura na Grécia Arcaica é o história do touro de bronze, proposto para Fálaris, em meados do século 6 a.C.. As Cinco Punições são um exemplo que vem da China Antiga.
Métodos deliberadamente dolorosos de execução por crimes graves foram parte da justiça até o desenvolvimento do Humanismo na filosofia do século XVII. Na Inglaterra, as penas crueis foram abolidas pela Declaração de Direitos de 1689. Durante o Iluminismo desenvolveu-se no mundo ocidental a idéia de direitos humanos universais . A adoção do Declaração Universal dos Direitos Humanos em 1948 marca o reconhecimento, pelo menos formal, da proibição da tortura por todos estados membros da ONU. Porém, seu efeito na prática é limitado, já que a Declaração não é ratificado oficialmente e não tem carácter juridicamente vinculativo no direito internacional, embora seja considerada parte do direito internacional consuetudinário.

   A tortura foi proibida pela Terceira Convenção de Genebra (1929) e por convenção das Nações Unidas,2 adotada pela Assembléia Geral em 10 de dezembro de 1984 através da resolução n.º 39/46. A tortura constitui uma grave violação dos Direitos Humanos, não obstante ainda ser praticada no mundo, frequentemente coberta por uma definição imprecisa do conceito nas legislações locais.

Convenção das Nações Unidas contra a Tortura

A Convenção das Nações Unidas contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes (Resolução 39/46 da Assembléia Geral das Nações Unidas) foi estabelecida em 10 de dezembro de 1984.3 A Convenção foi ratificada pelo Brasil em 28 de setembro de 1989. Constitui-se de 33 artigos, dentre os quais destacam-se os seguintes:
Artigo 1º
Para fins da presente Convenção, o termo "tortura" designa qualquer acto pelo qual dores ou sofrimentos agudos, físicos ou mentais, são infligidos intencionalmente a uma pessoa a fim de obter, dela ou de terceira pessoa, informações ou confissões; de castigá-la por ato que ela ou terceira pessoa tenha cometido ou seja suspeita de Ter cometido; de intimidar ou coagir esta pessoa ou outras pessoas; ou por qualquer motivo baseado em discriminação de qualquer natureza; quando tais dores ou sofrimentos são infligidos por um funcionário público ou outra pessoa no exercício de funções públicas, ou por sua instigação, ou com o seu consentimento ou aquiescência. Não se considerará como tortura as dores ou sofrimentos que sejam conseqüência unicamente de sanções legítimas, ou que sejam inerentes a tais sanções ou delas decorram. O presente artigo não será interpretado de maneira a restringir qualquer instrumento internacional ou legislação nacional que contenha ou possa conter dispositivos de alcance mais amplo.
Artigo 2º
§1. Cada Estado Membro tomará medidas eficazes de caráter legislativo, administrativo, judicial ou de outra natureza, a fim de impedir a prática de atos de tortura em qualquer território sob sua jurisdição.
§2. Em nenhum caso poderão invocar-se circunstâncias excepcionais, como ameaça ou estado de guerra, instabilidade política interna ou qualquer outra emergência pública, como justificação para a tortura.
Artigo 3º
§1. Nenhum Estado Membros procederá à expulsão, devolução ou extradição de uma pessoa para outro Estado, quando houver razões substanciais para crer que a mesma corre perigo de ali ser submetida a tortura.
§2. A fim de determinar a existência de tais razões, as autoridades competentes levarão em conta todas as considerações pertinentes, inclusive, se for o caso, a existência, no Estado em questão, de um quadro de violações sistemáticas, graves e maciças de direitos humanos.
Artigo 5
Ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.
Artigo 16
§1. Cada Estado Membro se comprometerá a proibir, em qualquer território sob a sua jurisdição, outros atos que constituam tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes que não constituam tortura tal como definida no "artigo 1º", quando tais atos forem cometidos por funcionário público ou outra pessoa no exercício de funções públicas, ou por sua instigação, ou com o seu consentimento ou aquiescência. Aplicar-se-ão, em particular, as obrigações mencionadas nos "artigos 10, 11, 12 e 13", com a substituição das referências a outras formas de tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes.
§2. Os dispositivos da presente Convenção não serão interpretados de maneira a restringir os dispositivos de qualquer outro instrumento internacional ou lei nacional que proíba os tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes ou que se refira à extradição ou expulsão.

Acessado em : 15/07/2014
Fonte :  http://pt.wikipedia.org/wiki/Tortura

 

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Torturas da Ditadura No Brasil


Cadeira do dragão

Nessa espécie de cadeira elétrica, os presos sentavam pelados numa cadeira revestida de zinco ligada a terminais elétricos. Quando o aparelho era ligado na eletricidade, o zinco transmitia choques a todo o corpo. Muitas vezes, os torturadores enfiavam na cabeça da vítima um balde de metal, onde também eram aplicados choque.




Pau-de-arara

É uma das mais antigas formas de tortura usadas no Brasil - já existia nos tempos da escravidão. Com uma barra de ferro atravessada entre os punhos e os joelhos, o preso ficava pelado, amarrado e pendurado a cerca de 20 centímetros do chão. Nessa posição que causa dores atrozes no corpo, o preso sofria com choques, pancadas e queimaduras com cigarros




Choque Eletrico

As máquinas usadas nessa tortura eram chamadas de "pimentinha" ou "maricota". Elas geravam choques que aumentavam quando a manivela era girada rapidamente pelo torturador. A descarga elétrica causava queimaduras e convulsões - muitas vezes, seu efeito fazia o preso morder violentamente a própria língua

 

Espancamentos

Vários tipos de agressões físicas eram combinados às outras formas de tortura. Um dos mais cruéis era o popular "telefone". Com as duas mãos em forma de concha, o torturador dava tapas ao mesmo tempo contra os dois ouvidos do preso. A técnica era tão brutal que podia romper os tímpanos do acusado e provocar surdez permanente

  

Soro da Verdade

O tal soro é o pentotal sódico, uma droga injetável que provoca na vítima um estado de sonolência e reduz as barreiras inibitórias. Sob seu efeito, a pessoa poderia falar coisas que normalmente não contaria - daí o nome "soro da verdade" e seu uso na busca de informações dos presos. Mas seu efeito é pouco confiável e a droga pode até matar

Afogamentos

Os torturadores fechavam as narinas do preso e colocavam uma mangueira ou um tubo de borracha dentro da boca do acusado para obrigá-lo a engolir água. Outro método era mergulhar a cabeça do torturado num balde, tanque ou tambor cheio de água, forçando sua nuca para baixo até o limite do afogamento
.

Geladeira

Os presos ficavam pelados numa cela baixa e pequena, que os impedia de ficar de pé. Depois, os torturadores alternavam um sistema de refrigeração superfrio e um sistema de aquecimento que produzia calor insuportável, enquanto alto-falantes emitiam sons irritantes. Os presos ficavam na "geladeira" por vários dias, sem água ou comida.
 

Fonte das Imagens: https://www.google.com.br/search?q=google&client=ubuntu&hs=prt&channel=fs&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=pAd9U-LwEuHjsASPrICoAg&ved=0CAgQ_AUoAQ&biw=1600&bih=776#channel=fs&q=turtura+geladeira&tbm=isch&facrc=_&imgdii=_&imgrc=4hzGgZM_0PxmXM%253A%3BAI9qNFbXN1AKPM%3Bhttp%253A%252F%252Fmsalx.mundoestranho.abril.com.br%252F2012%252F11%252F14%252F1515%252Ftortura.jpeg%253F1352915193%3Bhttp%253A%252F%252Fmundoestranho.abril.com.br%252Fmateria%252Fquais-foram-as-torturas-utilizadas-na-epoca-da-ditadura-militar-no-brasil%3B620%3B411

 Fonte Dos Textos: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quais-foram-as-torturas-utilizadas-na-epoca-da-ditadura-militar-no-brasil

Capitalismo no Japão

No Japão não foi diferente, podemos dizer que foi um país que levou e leva mais o que a sério o capitalismo, o sistema cresceu de forma assustadora ao longo do tempo, o país foi preparado e planejado para isso principalmente no período que ficou conhecido como a Era Meiji, o Japão foi modernizado e muito aceleradamente. Os avanços tecnológicos principalmente alcançaram a modernização desse país, avanços industriais e de mercado também contribuíram muito para esse ocorrido no Japão que até então era um país feudal e economicamente atrasado.


Fonte: http://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Capitalismo-No-Jap%C3%A3o-e-No-Mundo/43725457.html


Fonte:https://www.google.com.br/search?q=capitalismo+no+japao&client=ubuntu&hs=qxY&channel=fs&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=FgR9U_n5BraysAT75IFQ&ved=0CAgQ_AUoAQ&biw=1600&bih=776#facrc=_&imgdii=_&imgrc=kB4Hu2QwD4L9FM%253A%3BHg54zsr0fnjTTM%3Bhttp%253A%252F%252Fujs.org.br%252Fsite%252Fwp-content%252Fuploads%252F2013%252F12%252Fcrise.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fujs.org.br%252Findex.php%252Fnoticias%252Fa-crise-capitalista-e-os-trabalhadores%252F%3B543%3B354

terça-feira, 20 de maio de 2014

Capitalismo na Itália

“Quem decide se um país quebra é o mercado”. Essa é a mensagem da crise na Itália (precedida de Irlanda e Grécia, na Europa).
Parece algo asséptico, naturalizado e até fantasmagórico. Quem é o mercado? Por que ele estaria acima da sociedade, legitimada por mecanismos democráticos e coletivos?
Nada de elipses: o mercado é o poder do capital. Ele tem um centro determinado, dado que esse poder é assimétrico. O interesses do “mercado” são sustentados (e sub-somem, quer dizer, incorporam e subordinam) os governos.
Este é o tempo histórico do capitalismo atual, que motiva feroz luta política, econômica e social. A tal da luta de classes.

Fonte:http://waltersorrentino.com.br/2011/11/10/ainda-a-italia-e-a-crise-capitalista-mundial/




Fonte:https://www.google.com.br/search?q=Israel&client=ubuntu&hs=1G&channel=fs&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=WJF7U7LKMdSVqAbY7IGQBg&ved=0CAgQ_AUoAQ&biw=1600&bih=711#channel=fs&q=Italia+capitalismo&tbm=isch&facrc=_&imgdii=_&imgrc=MnOBabqoogKqsM%253A%3BkU9XKluGXZjBeM%3Bhttp%253A%252F%252F1.bp.blogspot.com%252F-uefWqgUNzGs%252FUAmb0OW0M0I%252FAAAAAAAAVIo%252FoOpQgtJ_0Is%252Fs1600%252FTrieste%252B1885.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fherdeirodeaecio.blogspot.com%252F2012%252F07%252Ftrieste-o-nacionalismo-e-o-capitalismo.html%3B588%3B450

Capitalismo em Israel



      O governo de Israel está buscando todo tipo de medidas para debilitar o movimento de protesto massivo que explodiu neste verão. Neste contexto, uma série de ataques terroristas, lançados pelos grupos fundamentalistas em Gaza, também ajudou à classe dominante israelense a atalhar o movimento e colocar de novo o tema da “segurança” como o primeiro ponto da ordem do dia. Mas por quanto tempo poderá isto durar?

Fonte:http://www.marxist.com/israel-capitalistas-e-fundamentalistas.htm









Fonte:https://www.google.com.br/search?q=Israel&client=ubuntu&hs=1G&channel=fs&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=WJF7U7LKMdSVqAbY7IGQBg&ved=0CAgQ_AUoAQ&biw=1600&bih=711#facrc=_&imgdii=_&imgrc=s3irS-2clORgSM%253A%3BQ5R6EJqGhOEm4M%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.leschaco.com%252Fuploads%252Fpics%252FLS_Israel_01.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.leschaco.com%252Fen%252Fstandorte%252Fafrika-levante%252Fisrael.html%3B517%3B250
Capitalismo na Alemanha


Na Alemanha, a crise do sistema capitalista irrompe de uma forma cada vez mais brutal. A quebra da produção e o aumento do desemprego é impressionante. Só em Janeiro, o número oficial de desempregados aumentou mais 387 mil em relação ao mês anterior, perfazendo o total de 3 milhões e 489 mil.


Fonte:https://www.google.com.br/search?q=Alemanha+Capitalismo&client=ubuntu&hs=YOp&channel=fs&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=Lo57U7nKAc-jqAapxYGQCw&ved=0CAgQ_AUoAQ&biw=1600&bih=711#facrc=_&imgdii=_&imgrc=ipx3do6TqCraUM%253A%3Bg67B3tecFxqD9M%3Bhttp%253A%252F%252F3.bp.blogspot.com%252F-PngI9L71cWc%252FUHrqR15z2ZI%252FAAAAAAAAJPE%252FvlqdnWmuQlk%252Fs1600%252FCorrup%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252Bx%252Bcapitalismo-iimage029.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fbrasileducom.blogspot.com%252F2012%252F10%252Fcapitalismo-corrupcao-e-um-falso.html%3B767%3B522
Capitalismo na França


 A economia da França combina um extenso setor privado com uma intervenção estatal substancial, se bem que em declínio. Grandes áreas de terrenos férteis, a aplicação de tecnologia moderna e subsídios fizeram da França o principal produtor agrícola da Europa Ocidental.

O Estado mantém considerável influência sobre segmentos-chave dos setores infraestruturantes, com quotas maioritárias em firmas ferroviárias, de electricidade, de aviação e de telecomunicações. Tem vindo a abrandar gradualmente o controle sobre estes sectores desde o início da década de 1990. O Estado continua a vender participações na France Télécom, na Air France, e nas indústrias de seguros, bancária e de defesa.

A França juntou-se a outros 10 países membros da UE para lançar o euro a 1 de Janeiro de 1999, cujas moedas e notas substituíram por completo o franco francês no início de 2002. 


Fonte: https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20061017115048AAjxwWQ








Fonte:https://www.google.com.br/search?q=Fran%C3%A7a+Capitalismo&client=ubuntu&hs=lQp&channel=fs&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=t457U5jMOdaWqAa4vIGoDQ&ved=0CAgQ_AUoAQ&biw=1600&bih=711#facrc=_&imgdii=_&imgrc=9doGCtm7LVcGPM%253A%3BHyPr-B-eFCL-ZM%3Bhttp%253A%252F%252Fblogdopimenta.files.wordpress.com%252F2012%252F10%252F25srf3d1.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fblogdopimenta.wordpress.com%252F2012%252F10%252F03%252Fo-capitalismo-pelo-mundo%252F%3B600%3B331