terça-feira, 30 de setembro de 2014

       Emancipação dos Países Asiáticos
  • China- Partido Comunista:O Partido Comunista da China  é o partido que governa a China desde 1949. O partido foi fundado em julho de 1921 em Shanghai O P.C. da China passou por momentos de dificuldades. Seus primeiros passos foram orientados pelo Komintern (Internacional Comunista sediada em Moscou que orientava os Partidos Comunistas do mundo inteiro). No final da Segunda Guerra Mundial o P.C. da China derrotou o KMT Mao Zedong implantou a sua interpretação ortodoxa do marxismo-leninismo durante as quase 3 décadas em que esteve no poder.Empreendeu a chamada "Revolução Cultural", com que tentou laicizar todo o estado e população chinesa.
    Hoje o Partido Comunista da China é composto de mais de 82 milhões de militantes, e também é o maior partido político do mundo.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Comunista_da_China

  • A Revolução Chinesa aconteceu entre 1949 e 1962, e foi um dos maiores acontecimentos históricos. A Revolução se deu por dois movimentos: a luta dos camponeses por terras e a luta do povo chinês pela independência nacional. Na época, os comunistas assumiam o poder, com uma China arrasada pelos longos anos em que batalhou contra o domínio japonês, e uma longa Guerra Civil. Na cidade, o povo passava fome, no campo não se plantava nada por não ter sementes.
    Mao Tsé – Tung, líder chinês, iniciava a reforma agrária. Dividiu grandes propriedades entre os camponeses, as cooperativas substituíam as grandes propriedades. Apoiado pela União Soviética, os comunistas fizeram mudanças radicas na economia e cultura chinesas; aboliram o casamento, promoveram a emancipação da mulher, igualdade entre os sexos, entre outras medidas de grande impacto e boa aceitação. A boa relação entre as duas potências socialistas só acabou com a morte do ditador Stalin.
    O principal objetivo de todas essas mudanças era o aumento de produtividade, ou seja, na indústria houve aumento nas horas de trabalho e no campo, foram enviados reforços, desde intelectuais à estudantes. A terra foi estatizada, e dividida em comunas, que eram comunidades populares, independentes, com liberdade para cuidar de seus interesses comuns, como pequenas cidades.
Fonte:  http://www.infoescola.com/historia/revolucao-chinesa/


  • A Revolução Cultural Chinesa foi elaborada por Mao Tsé-Tung  no ano de 1966, paralisando praticamente todo o progresso material e tecnológico do pais. Tal revolução foi um movimento de massas da República Popular da China dentre os anos de 1966 e 1976, feito por trabalhadores e estudantes contra a burocracia que tomava conta do Partido Comunista Chinês. Tudo começa no ano de 1958, onde foi implantado na China um plano de governo conhecido como O Grande Salto Adiante. Esse plano tinha como objetivos estruturar a produção agrária em um sistema cooperativo e organizar a produção industrial, além de alguns outros como o aumento da produção de minerais por exemplo. Porém esse plano foi abandonado em 1961 em razão de diversos insucessos, dentre eles a morte de aproximadamente 30 milhões de Chineses, e do rompimento da China com a União Soviética no ano anterior.
    Com todo esse fracasso do plano Salto, houve um período de grande fome no começo da década de 60, pois a produção agrícola estava muito desorganizada. Com todos esses problemas, Mao Tsé-tung acabou sendo muito criticado, principalmente por duas pessoas que também eram membros do Partido Comunista, Liu Shaoqi e Deng Xiaoping, que começaram então desafiar o poder e o prestigio de Mao. Os dois tinham até mesmo a ideia de remover todo o poder que estava nas mãos de Mao e deixa-lo apenas como uma figura decorativa no poder.

    Fonte:  http://www.infoescola.com/historia/revolucao-cultural-chinesa/

Indonesia

 Conferência de Bandung
 A Conferência de Bandung realizou-se de 18 a 24 de abril de 1955, na Indonésia.Nela participaram 27 estados (Afeganistão, Arábia Saudita, Birmânia, Camboja, Ceilão, República Popular da China, Egito, Etiópia, Filipinas, Índia, Indonésia, Irão, Iraque, Israel, Japão, Jordânia, Laos, Líbano, Libéria, Líbia, Nepal, Paquistão, Síria, Turquia, República Democrática do Vietname, Vietname do Sul e Iémen do Norte), dois países que ainda não tinham conquistado a independência (Costa do Ouro, hoje , e Sudão) e ainda, como observadores, representantes de Chipre e do povo árabe da Palestina. Os princípios fundamentais defendidos nesta conferência foram a luta contra o colonialismo, o direito de todos os povos à autodeterminação, a luta pela independência e pela liberdade de escolha dos estados relativamente aos seus próprios sistemas políticos.Nas vésperas da Conferência tiveram lugar diversos acontecimentos que influenciaram os trabalhos nela efetuados. Em 1954, a Índia e a China declararam, em conjunto, cinco preceitos fundamentais, com base nos quais se deveriam estruturar as relações indo-chinesas: coexistência pacífica, respeito recíproco pela integridade territorial e soberania de cada uma das partes, não agressão, não ingerência nos assuntos internos do outro signatário, igualdade e privilégios recíprocos no seu relacionamento. Por outro lado, em abril de 1955, a poucos dias da Conferência, realiza-se em Nova Deli um encontro de movimentos de opinião pública de 14 países da Ásia. Quando se realiza a Conferência de Bandung, a maioria dos países da Ásia tinha conquistado a independência política. Também em África a luta de libertação nacional começava a despontar. É neste contexto sócio-político que surge a Conferência de Bandung, que, ao reunir diferentes correntes do mesmo movimento de emancipação, em fases diferentes de desenvolvimento, aproxima dois continentes e muitos povos.Durante a Conferência, estabeleceu-se um compromisso entre os países alinhados e os não-alinhados que favoreceu a posição de não alinhamento. Nesta conferência, o conceito de "coexistência pacífica" foi substituído pelo conceito de tolerância, afirmando-se que "os países devem revelar tolerância e viver em paz uns com os outros como bons vizinhos". Defendeu-se, também, que a defesa coletiva não deveria ser utilizada nos interesses particulares de qualquer uma das grandes potências. Para além destas resoluções, os países não-alinhados fizeram incluir no documento da Conferência outros apelos importantes, como a redução de todas as forças armadas e armamentos, a necessidade de pôr fim a toda e qualquer forma de colonialismo e o reconhecimento do direito à auto-determinação dos povos.
A Conferência de Bandung marcou a chegada dos povos do Terceiro Mundo à cena política internacional. A partir desta altura, mais de metade da população do globo começou a atuar no palco internacional como força política ativa e com uma consciência de identidade coletiva mais madura.

fonte: http://www.infopedia.pt/$conferencia-de-bandung;jsessionid=-mbq5yS34d3q06WtNHBkRg__

 







Fonte : https://www.google.com.br/search?q=confer%C3%AAncia+de+bandung&biw=1600&bih=694&noj=1&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=9-8qVNifL83BggTD_oDQCA&ved=0CAgQ_AUoAQ#facrc=_&imgdii=_&imgrc=WdauEHZcc7jzIM%253A%3B6vQFLFYZvUkFiM%3Bhttp%253A%252F%252Fespanol.cri.cn%252Fmmsou
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Acessado : 30/09/2014

Imagens Argelia, Africa do Sul, Congo Belga

Argelia
 

 


 


Fonte :https://www.google.com.br/search?q=emancipa%C3%A7ao+da+africa&client=ubuntu&channel=fs&biw=1600&bih=694&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=QtwqVIXgA-3_sAT_n4DABQ&ved=0CAcQ_AUoAg#channel=fs&tbm=isch&q=mapa+argelia&facrc=_&imgdii=_&imgrc=8qiLOwMs9ESWM%253A%3B
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252Fwww.luventicus.org%252Fmapaspt%252Fafrica%252Fargelia.html%3B598%3B668


Africa do Sul

 

 

Fonte : https://www.google.com.br/search?q=emancipa%C3%A7ao+da+africa&client=ubuntu&channel=fs&biw=1600&bih=694&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=QtwqVIXgA-3_sAT_n4DABQ&ved=0CAcQ_AUoAg#channel=fs&tbm=isch&q=mapa+africa+do+sul&facrc=_&imgdii=_&imgrc=Ihj5Q6XRXhMhmM%253A%3Blorh72j9uaSnPM%3Bhttp%253A%252F%252F1.bp.blogspot.com%252F-UI20lTIA_CU%252FTag4f2LxwMI%252FAAAAAAAAFOc%252FQdOiUxHtF3o%252Fs1600%252Fmapa-da-africa-do-sul-5.gif%3Bhttp%253A%252F%252Fdemocraciapolitica.blogspot.com%252F2011%252F04%252Fbrasil-da-boas-vindas-africa-do-sul-na.html%3B500%3B457


Congo Belga
 

 


Fonte :https://www.google.com.br/search?q=emancipa%C3%A7ao+da+africa&client=ubuntu&channel=fs&biw=1600&bih=694&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=QtwqVIXgA-3_sAT_n4DABQ&ved=0CAcQ_AUoAg#channel=fs&tbm=isch&q=mapa+Congo+belga&facrc=_&imgdii=_&imgrc=9psh8vIje8hfgM%253A%3Bsquu-0kwbe85jM%3Bhttp%253A%252F%252F4.bp.blogspot.com%252F-uFBBhpkpHZA%252FUje5MdNciII%252FAAAAAAAAAek%252FuaL5PwLiw7I%252Fs1600%252FCO.gif%3Bhttp%253A%252F%252Fcomisemariana.blogspot.com%252F2013%252F09%252Fcoleta-missionaria-2013-no-seminario.html%3B340%3B300

Acessado em : 30/09/2014

Emancipaçao da Africa

 Emancipaçao da Africa

O final da Segunda Guerra Mundial criou um clima amplamente favorável a democracia e a emancipação dos países que ainda estavam sob o jugo colonial de nações estrangeiras. A vitória no confronto com os nazistas liderada pelos Estados Unidos, Inglaterra e França trazia no seu bojo o claro constrangimento das nações européias. Esses países da Europa, que proclamavam em alto e bom tom o seu ideário liberal e democrático, ainda se valiam do domínio sobre territórios africanos e asiáticos para aumentar suas riquezas e fortalecer suas economias.
Isso aumentava ainda mais as dificuldades internas dos países africanos em busca de emancipação e estabilidade política e econômica. Até mesmo em países que teoricamente estavam mais preparados para realizar a transição da posição de colônias para a de países livres, como eram os casos do Quênia e da Nigéria (ex-colônias britânicas) ocorreram muitos problemas.
O Quênia, país pobre situado na África Oriental, caracterizado por um território sem água, em que as terras são estéreis, tinha enormes problemas em setores básicos como a produção e a distribuição de alimentos. Suas poucas áreas propícias ao desenvolvimento de culturas agrícolas situam-se na região sul do país, na proximidade do Oceano Índico.
Se não bastasse essa penúria, o Quênia também sofria com os conflitos internos causados por algumas de suas tribos, como foi o caso da Rebelião Mau Mau (1952). Esse imbróglio foi causado pelos membros da tribo Kikuyu, que se organizou numa organização terrorista que atuava secretamente e lutava contra os colonizadores brancos que viviam em seu país, causando grande terror entre os membros dessa comunidade. Esse foco de rebelião foi sufocado apenas com a conquista da independência do país, em 1958.
A libertação da dominação colonial inglesa permitiu que chegasse ao poder o presidente Jomo Kenyatta, de origem Kikuyu. Kenyatta havia sido preso em 1953, onde permaneceu durante sete anos, sob a acusação de ser lider da revolta dos Mau Mau. Durante seu período de reclusão o presidente da recém libertada nação estudou o socialismo e criou uma versão própria dessa corrente política, adaptada a realidade africana.

Fonte: http://hid0141.blogspot.com.br/2011/01/emancipacao-da-africa-negra.html
Acessado : 30/09/2014

                                 Antes da descolonização da África e da Ásia
 

África e Ásia, desde o século XV, tornaram-se alvos de disputa entre as nações européias.
Com o advento do capitalismo comercial, na Era Moderna, a América tornou-se a área onde a exploração colonial foi mais intensa. Mas nem por isso os europeus abandonaram as relações comerciais e o domínio político sobre a África e a Ásia.
Na segunda metade do século XIX, em razão das necessidades de mercado geradas pela segunda Revolução Industrial e em face das independências das colônias americanas, a Europa volta-se novamente à África e à Ásia, impondo o neocolonialismo.
As disputas entre as potências européias pelos territórios afro-asiáticos desencadearam a Primeira Guerra Mundial. A Europa saiu enfraquecida da guerra, perdendo sua hegemonia para os Estados Unidos.
A crise do pós-Primeira Guerra na Europa foi acentuada ainda mais pela crise de 1929, que repercutiu nas áreas coloniais com o agravamento das condições de vida dos colonos, que iniciaram greves e revoltas contra as metrópoles européias. Esses movimentos coloniais foram contidos à força, mas acabaram resultando no nascimento de um forte sentimento nacionalista que se traduzia no desejo de independência.
Após a segunda Guerra Mundial, a Europa declinou completamente, sendo dividida em áreas de influência entre EUA e URSS. O enfraquecimento da Europa significou o fortalecimento do nacionalismo e o crescimento do desejo de independência. Desejo esse que passou a se apoiar na Carta da ONU, que reconhecia o direito à autodeterminação dos povos colonizados e que fora assinada pelos países europeus (os colonizadores).
Em 1955, vinte e nove países recém-independentes reuniram-se na Conferência de Bandung, capital da Indonésia, estabelecendo seu apoio à luta contra o colonialismo. A Conferência de Bandung estimulou as lutas por independência na África e Ásia.
Terminada a Segunda Guerra Mundial, Estados Unidos e União Soviética passaram a liderar os dois grandes blocos, capitalista e comunista. Dentro do contexto da Guerra Fria, buscaram a expansão de suas áreas de influência. Nesse sentido, passam a ver nos movimentos de independência afro-asiática a possibilidade de ampliar sua influência política nas novas nações. 

Fonte: http://www.coladaweb.com/historia/descolonizacao-da-asia-e-da-africa

Emancipaçao dos Paises Africanos

Emancipação dos Países Africanos
 
Descolonização e independência dos países africanos
O brevíssimo período que se seguiu à Segunda Guerra Mundial caracterizou-se, em primeiro lugar, por uma descolonização peculiar e tardia. A peculiaridade reside no fato da emancipação haver transcorrido largamente administrada pelas metrópoles européias, apesar da eclosão de alguns conflitos graves. Isto foi possível e se deu de forma tardia, devido ao descompasso da realidade africana em relação à da Ásia e do Oriente Médio. As contradições internas ainda não estavam suficientemente amadurecidas, em decorrência da referida herança do tráfico e do colonialismo imperialistas sobre as estruturas sociais do continente, bem como pela posição particular das metrópoles européias e de suas colônias africanas nas relações internacionais do imediato pós-Guerra e durante a Guerra Fria.

Após as malogradas tentativas de reafirmação colonial na Indochina e na Indonésia, e sobretudo devido à crise de Suez, ao desafio do nasserismo e à guerra da Argélia, as metrópoles trataram de emancipar politicamente o continente, cooptando as elites locais. Isto foi logrado com relativo sucesso, através da implantação de regimes neocoloniais, nos quais os interesses europeus eram conservados. Além disso, criaram-se mecanismos internacionais destinados a perpetuar esta situação, como as "ajudas" das ex-metrópoles.
Em meio a uma extrema fragilidade, iniciou-se o processo de construção do Estado-nação, como foi referido. Contudo, é necessário frisar que este movimento histórico foi distorcido pela permanência das estruturas coloniais, através do neocolonialismo e, geralmente, da implantação de Estados inviáveis, política e economicamente. Por outro lado, é forçoso reconhecer que se trata de um processo recente, de apenas algumas décadas, que equivalem à vida de uma pessoa de meia idade. Ou seja, encontra-se ainda em suas fases iniciais. A retomada da História da África pelos africanos, recém atravessa uma etapa comparável à Europa dos séculos XVI e XVII, ou as Américas do século XIX, mas num mundo com os problemas ainda mais complexos do final do século XX.
Apesar da afirmação do neocolonialismo na África, o continente dividiu-se entre uma corrente de Estados conservadores e outra de progressistas, no plano interno e externo, com projetos político-econômicos e alianças internacionais antagônicos. Esta rivalidade, entretanto, foi mantida dentro de certos limites - devido aos interesses comuns de consolidação nacional, articulação de relações inter-africanas - nos padrões da OUA, e afirmação de uma certa margem de manobra internacional pelos novos países, dentro das estreitas margens possibilitados pela ascendência européia sobre o continente.
Contudo, este equilíbrio foi rompido pela permanência dos "bastiões brancos" na África Austral, que propiciaram o desenvolvimento de uma luta de libertação nacional mais radical. Os primeiros colapsos destes regimes, na conjuntura particular de meados dos anos 70, gerou conflitos intensos e internacionalizados, nos marcos da confrontação Leste-Oeste. A confrontação militar que se seguiu, somada aos desastrosos efeitos sócio-econômicos da "década perdida", produziram a implosão dos Estados e das sociedades africanas. 

Fonte : http://educaterra.terra.com.br/vizentini/artigos/artigo_106_a.htm
Acessado em : 30/09/2014

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Comentário pessoal

Ana Caroline: Fico chocada ao ver imagens da doença, peço muito a Deus que passe logo. A doença é muito grave e muito triste.

Aline Cristina:É uma doença que atacou vários lugares da África e vem comovendo todo o mundo.

Vinicius Henrique: Estamos todos comovidos com esse choque que foi essa doença que veio atacando tantas pessoas na África.